Principal suspeito da morte do cronista Carlos Castro tem raízes em Canas

Posted: 09/01/2011 in Histórias, Informação, Pessoas, Uncategorized
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Carlos Castro e Renato Seabra

Renato Seabra, tem raízes em Canas de Senhorim, a sua mãe é filha do falecido Sr. Pereirinha, relojoeiro.
Espero que tudo se esclareça e que de facto Renato não esteja envolvido neste crime!

Neste video a sua mãe, filha do Sr Pereirinha.

Colunista social assassinado em hotel de Nova Iorque
Renato Seabra, um rapaz normal, bom aluno e desportista, que gosta de ver novelas acompanhado pelas irmãs

Na cidade onde nasceu Renato Seabra, e na sua agência, misturam-se o espanto e a impressão de que tudo parece um “filme”.

Pouco passa das 17h e os cadetes do Basquetebol Clube de Cantanhede (BCC) perdem, em casa, com o Olivais de Coimbra. Ainda em Novembro último, o jovem modelo Renato Seabra, principal suspeito da morte do cronista social Carlos Castro, em Nova Iorque, esteve neste pavilhão a treinar com a equipa sénior. Foi também a poucos metros dali que Renato Seabra concluiu o secundário, seguindo-se a licenciatura em Desporto, na Universidade de Coimbra. Durante este ano lectivo, o jovem de 21 anos está a tentar concluir a última cadeira da licenciatura, ao mesmo tempo que trabalha como modelo.

Um colega de equipa de quando Renato Seabra jogava no BCC nem quer acreditar na notícia de que todos falam, durante a tarde pacata da cidade de Cantanhede. “Parece uma daquelas cenas de filme”, diz, com ar pensativo. De sapatilhas e roupa desportiva, não compreende o que se passou. “É um tipo normal, calmo, mesmo a jogar basquetebol, e era um bom jogador.” Procura uma explicação: “Deve ter tido razões muito fortes para fazer aquilo.”

O ex-companheiro de equipa assegura que não notou nada de diferente no colega de balneário depois de Renato Seabra ter sido fi nalista do concurso da SIC À Procura de Um Sonho, promovido em conjunto com a agência de modelos Face Models de Fátima Lopes. Já quando questionado sobre o relacionamento do modelo com raparigas e rapazes responde sem hesitar: “Sempre deu a entender que gostava de raparigas, como todos nós”, acrescentando que nunca notou nada que pudesse indicar uma eventual inclinação para pessoas do mesmo sexo.
Um jovem calmo

A criadora de moda Fátima Lopes, cuja Face Models representa o manequim de 21 anos na sequência do concurso da SIC, recorda ao PÚBLICO como “toda a equipa tem a melhor impressão dele: desde a [ex-modelo] Fiona ao [professor de passerelle no À Procura de Um Sonho] Crispim, que lhe deram aulas”. “E todos achámos engraçado e diferente o facto de ele ter dito que gosta de ver novelas com a irmãs”, recorda a estilista.

Depois de ter falado ontem com alguns dos participantes no concurso da SIC, no qual Renato Seabra foi um dos três fi nalistas, não conquistando o primeiro lugar, Fátima Lopes indica que todos lhe disseram que “o Renato não era homossexual, se o era escondeu-o de toda a gente”. E todos desconheciam, tal como a criadora de moda, qualquer relação com o cronista social Carlos Castro.

Em Cantanhede, outro jovem que foi colega de Renato Seabra na escola secundária da cidade e depois na licenciatura de Desporto, em Coimbra, descreve-o como “um bom aluno, mais no liceu do que na faculdade, mas mesmo assim bom aluno”. Quanto à maneira de ser, “é uma pessoa extremamente calma, brincalhona quando está a praticar desporto”. Por isso este colega de estudos diz-se “chocado” com as suspeitas que recaem sobre o jovem de Cantanhede. “Para ter feito uma coisa assim, houve qualquer coisa por trás”, garantiu o jovem, que preferiu não ser identifi cado.

Em Cantanhede, as pessoas dizem conhecer Renato Seabra, lembram-se dele dos desfi les de moda organizados pelas lojas locais, mas não se alargam em comentários.

A mãe de um jovem de 21 anos que teve um percurso académico e desportivo semelhante ao de Renato Seabra – iniciaram-se ambos no basquetebol por volta dos nove anos de idade – começa por dizer que não pode falar, mas acaba por declarar: “É um menino normal, como o meu, que gostava das raparigas e até andava atrás da Beatriz, que tem a mesma idade.”
“Nunca entrou em conflitos”

A mãe garante que Renato Seabra “nunca entrou em conflitos” e que ele e o seu filho “davam-se bem”. “Ele queria ser modelo. Tenho uma boa imagem dele.” De tal forma que não queria crer no que ouvia no momento em que soube do homicídio de Carlos Castro. “Quando disseram, na televisão, que tinha sido o Renato Seabra de Cantanhede eu disse para mim: ‘Não pode ser, impossível.’”

Cláudio Montez, amigo de Carlos Castro contactado ontem pelo PÚBLICO, privou mais com Renato Seabra durante um fim-de-semana passado em Madrid com o cronista e o modelo. Desse período, lembrase que o jovem manequim “gostava sobretudo de passar muitas horas no ginásio”. Não lhe reconhece esforços na relação que manteria com Carlos Castro e diz que o rapaz “pouco falava e nas respostas a qualquer pergunta que lhe fazia não ia muito para além do ‘Sim’ ou ‘Não’”.

Família segue para EUA

No largo principal de Cantanhede, um empregado de café, com a mesma idade que Renato Seabra, também assegura que este frequentava o estabelecimento “com as primas e nunca causou problemas”. Perto deste café, vive a mãe do jovem modelo, enfermeira, mas, ao início da tarde, a família deixara claro que não queria prestar declarações à comunicação social.
Os familiares de Renato Seabra eram esperados, ao princípio da noite de ontem, pelo Consulado de Portugal em Nova Iorque. “Estamos a acompanhar a situação o mais perto possível que podemos. Tivemos notícia de que familiares [de Renato Seabra] viriam para cá acompanhá-lo. Ele vai precisar”, disse à Lusa fonte da Embaixada em Washington. Depois do homicídio de Carlos Castro, anteontem, a polícia deteve Renato Seabra de madrugada num hospital e mantinha-o, ao fi nal da manhã, em observação médica na unidade psiquiátrica do hospital de Bellevue, na zona leste de Manhattan, em Nova Iorque. O modelo acompanhava o colunista português na estadia na cidade norte-americana.
IN: Jornal Publico

Comentários
  1. Ana Patricia diz:

    I am Portuguese, and my opinion is that we have to be solidary with Renato, there is to know your side and see why they take him to commit a crime.
    Renato and a very passive guy, and to do what he did and why it happened something very serious.
    Renato was not born and it runs in the blood or desire to kill.
    Killer is a person who likes to see, feel, watch, commanding the life of another person. Yes this is it, and we have to call and treat as a murderer, kill for pleasure for himself and see and feel the pain of the victim. Renato is not so, not a killer, we must think about the reason and the reason which led him to commit a crime he never imagine he’ll eventually do. Renato had already complained to her mother than walking does, that his food had flavor, was sleeping poorly and that Carlos had attacks of jealousy. Renato was found disoriented, tired and alone.
    You can see in the photos of Renato advance, and Renato’s now in the state he is. It is sad to see such a young man, thus stop your life because of that old disgusting. Renato is not 100% guilty. Carlos is that he was responsible for what happened. Renato forcing and forcing to do something that was not ready. Renato did what he did was not because he felt like, but something led him to commit the crime.
    If it were me or you or a friend or family member? How we’d react? Will would not do the same!? I never learned that “Never say never” …
    He does not deserve to go to jail, but a psychiatric support, help and support permanently at 100%. He should be here with your family loves you so much.
    We must be united as to Renato and his family.

  2. Ana Patricia diz:

    Eu sou Portuguesa, e a minha opiniao e que temos que ser solidarios para com o Renato, ha que saber ver o seu lado e o motivo que o levo a cometer um crime.
    Renato e um rapaz muito passivo, e para fazer o que fez e porque lhe aconteceu algo de muito grave.
    Renato não nasceu e nem lhe corre no sangue desejo para matar.
    Assassino é aquela pessoa que gosta de ver, sentir, assistir, comandar a vida da outra pessoa. Esse sim é que é, e temos que o chamar e tratar como assassino, mata por prazer para ele próprio, e ver e sentir a dor da vitíma. Renato não é assim, não é um assassino, temos de pensar na razão e no motivo a qual o levou a cometer um crime do qual nunca imaginará e pensará vir a fazer. Renato já se tinha queixado a sua mãe do que andava acontecer, que a sua comida tinha sabor estranho, andava a dormir mal e que Carlos tinha ataques de ciúmes. Renato encontrava se desorientado, sozinho e cansado.
    Dá para ver nas fotos do Renato antes, e do Renato agora, no estado que ele está. É pena ver um rapaz tão novo, acabar assim com a sua vida, por causa daquele velho nojento. Renato não é 100% culpado. Carlos é que foi o responsável pelo que lhe aconteceu. Obrigando e forçando Renato a fazer algo que não estava preparado. Renato fez o que fez, não foi por lhe apeteceu, mas sim algo o levou a cometer o crime.
    Se fosse comigo ou contigo ou com um amigo ou familiar? Como é que iriamos reagir? Será que não fariamos o mesmo!? Eu aprendi que nunca “Nunca se diz nunca”…
    Ele não merece ir parar a prisão, mas sim de um acompanhamento psiquiátrico, de ajuda permanentemente e de apoio a 100%. Ele devia estar cá junto da sua familia que tanto o Ama.
    Temos que ser solidários para como Renato e a sua família.

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