O “ARTISTA DA TERRA” VOLTOU ÀS ORIGENS! ARTE, CULTURA, CONFRATERNIZAÇÃO, GASTRONOMIA…

Posted: 17/06/2012 in Canas de Senhorim, Comemorações, Fotoreportagem, Pessoas
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Arte, Cultura, Gastronomia e um regresso às origens, foi assim que o Artista Plástico Aires dos Santos abriu a porta das suas memórias. Na tarde de 9 de Junho, cerca de 200 pessoas visitaram a exposição “REGRESSO ÀS ORIGENS” de Aires dos Santos, o pintor Canense pintou em tela as memórias de menino, as suas referências, os traços de vivências com pessoas que marcaram a sua meninice, rodeado pela família o pintor lá foi descrevendo as suas memórias numa tela cheia de emoção.

Descreveu as suas origens humildes, a casa onde nasceu, sem luz assim eram as condições da época, o espaço envolvente que eram quintas habitadas onde a solidariedade entre vizinhos era um hábito, na pintura também estava retratado o seu pai a chegar dos fornos Elétricos de bicicleta com o cesto do avio, as galinhas espalhadas pela laje da quinta, a vizinha Dores Tataia, pessoa muito conhecida na terra devido à sua estatura e por trajar sempre de preto com lenço na cabeça, retratou ainda os 3 irmãos, o Aires já com uma folha sentado na laje a fazer rabiscos, o Zé e a Lurdes, também a mãe foi retratada com um molho de lanha à cabeça para dar calor ao forno de cozer o pão. Volvidos estes anos, a Dona Florinda confecionou para este raro momento cultural umas magnificas bolas de sardinha, de bacalhau com cebola, de chouriço, de vinho de alhos, de requeijão e de atum foi assim um regressar às origens gastronómicas dos nossos avós, acompanhado de um vinho tinto do Dão caseiro que deixou os presentes satisfeitos e até impressionados pela qualidade de tal evento.

Comentários
  1. cursus honorun diz:

    Foi um dia de recordar vivências antigas.
    O nosso amigo Matias, (pai), também contou estorias daqueles tempos, onde os bois que puxavam o arado durante árduos dias de trabalho, (eram os tractores daquela altura), descansavam.
    O nosso artista mostrou-nos onde britava os pinhões, quando era puto.
    O Zé (ferro velho) lembrou-nos “os figados” do cão que estava ali de guarda, na defesa dos haveres.
    O saudoso Serafim, da Florinda, de certo que esteve por ali, em espirito. (para aqueles que acreditam).
    Uma lição de humildade, de simpatia que muitos precisavam também de comungar.
    PARABÉNS AIRES.
    No próximo Politeburgo canense vou propor – te como o melhor representante desta terra, onde as pedras respiram cultura, magia, espiritualidade e historia.

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